A Síndrome Mão-Pé-Boca é uma doença viral comum que afeta principalmente as crianças. Dessa forma, com o intuito de esclarecer e prevenir a proliferação dessa condição, a dermatologista Raisa Feitoza, que atua na Fundação Hospitalar Alfredo da Matta, unidade vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), pontua principais sintomas e alerta pais e responsáveis sobre os meios de cuidados a serem tomados.
A doença é causada pelo vírus Coxsackie e caracteriza-se por febre alta seguida de lesões vesiculares na boca, mãos, pés e outras áreas. A especialista que também é representante da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) cita os principais indícios da condição.
“A moléstia é geralmente precedida por uma febre alta de 38 a 39 graus. Em seguida, surgem lesões semelhantes a vesículas na região da boca, garganta e outras áreas. Essas lesões evoluem para pequenas ulcerações semelhantes a aftas e também podem aparecer bolhas ou crostas nas regiões ao redor da boca, palmas das mãos, plantas dos pés e, ocasionalmente, nas nádegas e genitália”, inicia.
Transmissão
A Síndrome Mão-Pé-Boca é uma doença altamente contagiosa e a transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com secreções infectadas, como saliva, muco nasal ou fezes. Além disso, a contaminação também pode ocorrer por meio do contato com objetos contaminados, como brinquedos, maçanetas e talheres.
É importante ressaltar que a doença pode ser transmitida mesmo antes do aparecimento dos sintomas. E as pessoas infectadas podem continuar a transmitir o vírus por até várias semanas após a recuperação.
Cuidados
O tratamento é sintomático, envolvendo repouso, hidratação adequada e o uso de medicamentos para aliviar os sintomas. É importante ressaltar que não há remédio que elimine o vírus. A médica também compartilha dicas úteis sobre como lidar com a doença.
“Não há um remédio que elimine o vírus, mas sim medicações para aliviar os sintomas, como febre e dor nas lesões na boca. É recomendado uma alimentação preferencialmente líquida ou pastosa, evitando alimentos salgados ou ácidos, pois podem causar ardência e piorar os sintomas. Não existe um tratamento específico para a doença, apenas para os sintomas”, finaliza.
Vale destacar que o acompanhamento e tratamento sintomático pode ser realizado por Unidade Básica de Saúde (UBS), porém a febre alta leva muitos a procurarem prontos-socorros ou unidades de pronto atendimento infantil. No entanto, a maioria dos casos podem ser tratados nesses locais com orientação médica e medicamentos sintomáticos.
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